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I CONGRESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL WILLEMS NO BRASIL

É com muita responsabilidade e também entusiasmo, que estamos preparando o I Congresso de Educação Musical Willems aqui em Salvador de 20 a 24 de julho.
Uma oportunidade ímpar de conhecer e aprender esta metodologia, reconhecidamente aceita na França, Suíça, Itália, Espanha, Noruega, Slovania, Brasil e já conhecida por tanto outros países.
Os professores convidados fazem parte da diretoria da Associação Internacional, sediada em Lyon e têm realizado este trabalho nos “Reencontres” que acontecem de dois em dois anos em diversos paises.
Será um congresso eminentemente prático, porém fundamentado em todos os seus aspectos filosóficos e psicológicos; será também uma oportunidade para aqueles que desejarem se filiar à Associação Internacional, tornando-se membro desta grande família musical willensiana.

Informações: www.congressowillemsbrasil.com

XVIII Congresso da Associação Brasileira de Educação Musical / 15º Simpósio Paranaense de Educação Musical

Londrina, 6 a 9 de Outubro de 2009

 

A página do Evento é  www.abemeducacaomusical.org.br/abem2009

 

Mube inaugura o novo espaço de cinema na capital* - Por Aninha Apolinário

aninha.atendimento@gmail.com

 

Antecipando as comemorações do ano da França no Brasil

 

A partir de março, cinéfilos, estudantes e produtores de cinema terão um novo espaço de cinema em São Paulo. O Museu Brasileiro da Escultura inaugura o espaço MuBE de Cinema, o *Cine Clube MuBE-Aliança Francesa. *

 

O Festival terá, num primeiro momento, uma mostra de 12 filmes documentários franceses (ver grade anexa), de renomados diretores

como:

Nicolas Philibert<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=348>,

Alain Resnais<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=4>,

Levy Kuentzhttp://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=1089

entre outros.

 

Este evento é fruto de uma parceria do MuBE, Aliança Francesa de São Paulo, Cinefrance e Cinemateca da Embaixada da França e tem como objetivo divulgar produções francesas de alta qualidade e antecipar as comemorações do Ano da França no Brasil.

 

“Neste ano em que a França estará em destaque no Brasil, o grande diferencial do MuBE é apresentar o universo das artes plásticas dentro do cinema francês, algo inédito para o público paulistano. Teremos a oportunidade de exibir grandes filmes abrindo um novo espaço para o público no MuBE”, explica a diretora cultural da Aliança Francesa, em São Paulo, Ligia Ferreira.

 

Serão duas semanas de Festival: de 17 a 22 e, de 24 a 29 de março. Após este ciclo, todo o mês, o MuBE exibirá uma produção representativa do cinema francês, sempre aos sábados, às 20 horas, no auditório Pedro Piva, com entrada gratuita.

 

*Relação dos Filmes*

 

*A cidade Louvre*

 

*La ville Louvre* (França, 1990).

 

De Nicolas Philibert<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=348>.

PB. Duração 75’. Patrimônio.

 

A que se assemelha um museu quando não há público? Na época da reforma do Grande Louvre, o museu revelou bastidores a uma equipe de cinema: penduram-se os quadros, reorganisam-se as salas, os guardas provam seus novos trajes. Pouco a pouco os personagens se multiplicam, cruzam-se para costurar o fio da narrativa. A vida secreta e engraçada de um dos maiores museus do mundo.

 

*As estátuas também morrem*

 

Les statues meurent aussi (França, 1953).

 

De Alain Resnais<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=4>.

PB. Duração 29’.

 

Um documentário sobre a arte negra torna-se um panfleto anti-colonialista e anti-racista. Neste potente poema, ritmado pelas formas das estátuas africanas e pelo texto de Chris Marker, expõe-se a opressão e a destruição de uma arte e de um povo por outro povo.

 

*A Vitoria De Cezanne*

 

La Victoire De Cezanne (França, 2006).

 

De Jacques Deschamps<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=1077>.

Cores. Duração 52’.

 

Admiradores de Cézanne e os comissários da exposição “Cézanne em Provence” decifram os mistérios que rodeiam o pintor. Como ele passou do status de “pintor maldito”, denegrido pela crítica, a mestre e pai da pintura moderna? Como foi criada a figura popular de artista singular, “monge contemplativo” retirado de sua montanha até encarnar-se nela?

 

*Claude Monet, Pintor*

 

Claude Monet, Peinture (França, 1997).

 

De Marie Sellier<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=494>.

Cores. Duração 25’. Animação, Pintura, Retratos.

 

Esse filme é um convite à descobrir o universo de Claude Monet, um dos mestres e fundadores do impressionismo. De sua infância em Havreux, últimos anos em Giverny, as caricaturas do adolescente às pinturas imensas das Ninfas, retrata os momentos fortes da vida do pintor. Sobretudo, MichaËl Gaumnitz nos ,faz penetrar no interior das telas, graças aos processos de animação gráfica, dando uma ressonância particular à luz incompreensível que Claude Monet tentou em toda sua vida capturar.

 

*Chagall – À La Russie, Aux Ânes Et Aux Autres*

 

(França, 2003).

 

De Levy Kuentz<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=1089>.

Cores. Duração 55’. História.

 

Este documentário rico e exuberante percorre a trajetória atípica de Marc Chagall: desde sua infância, no coração da Rússia tzarista, até sua chegada a Montparnasse, em 1910; de seu engajamento na revolução russa ao teto da Ópera de Paris; do seu exílio em Nova Iorque, aos últimos anos em Saint-Paul de Vence.

 

*Buren et Le Guggenheim*

 

(França, 2005).

 

De Stan Neumann<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=1090>.

PB. Duração 55’.

 

Em março de 2005 o Guggenheim de Nova Iorque dedicou uma exposição excepcional a Daniel Buren. Ao dar-lhe carta branca para reinterpretar, à sua maneira, o prédio do museu, a última obra mestra do arquiteto, Franck Lloyd Wright, Buren e o Guggenheim completaram uma história iniciada trinta e quatro anos antes.

 

*Guernica*

 

(França, 1950).

 

De Alain

Resnais<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=4>.

PB. Duração 13’.

 

O bombardeamento da cidade de Guernica pela aviação nazista, em favor de Franco, é evocado através do afresco de Picasso e de outras de suas obras.

 

*Klossowski, Pintor-Exorcista*

 

Klossowski, Peintre-Exorciste (França, 1987).

 

Documentário em Cores. Duração 25’.

 

Ficção em três episódios sugerindo o universo demoníaco do escritor e artista Pierre Klossowski.

 

*Isto é Arte*

 

*C'est de l'art* (França, 1991).

 

Cores. Duração 73’.

 

O olhar singular, frequentemente intempestivo, de artistas contemporâneos a respeito de obras importantes da história da arte. O verdadeiro assunto do filme: o que ver?

 

*Rastros, Pegadas de Mulher*

 

*Traces, Empreintes de Femmes* (França/Bélgica/Burkina Faso/Senegal, 2003).

 

De Katy Léna

Ndiaye<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=119>.

Documentário em PB. Duração 52’.

 

As pinturas murais das mulheres kassenas de Burkina Faso, perto da fronteira com Gana, são famosas pela beleza do traçado e pela harmonia de cor. Interessada no assunto, Katy Léna Ndiaye escolhe comparar tradição e modernidade, através do retrato de três anciãs e da "neta" que elas iniciam nas técnicas ancestrais. Ela realiza um filme com maestria estética, verdadeiro retrato de uma

comunidade artística, por onde se discute a transmissão de ensinamentos, a educação e a memória numa África em mutação.

 

*Yves Klein. A revolução Azul*

 

Yves Klein, La Révolution Bleue (França, 2006).

 

De François Lévy-Kuentz<http://www.cinefrance.com.br/cinemateca/documentarios/diretores/?diretor=1074>.

Cores. Duração 52’.

 

Composto por arquivos filmados, obras e imagens de ficção, este filme sobre Yves Klein, grande figura da arte moderna, é uma ficção documentada a apartir da cronologia do artista, esclarecendo o percurso artístico de um compõem sua obra. Um filme cujo narrador é o próprio artista , que conta a sua epópéia como um quebra-cabeça e que faz reviver o homem, o artista, a obra e a época.

 

Aninha Apolinário.

 

 


 

 

 
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